Morte
Quando não falo, morro por dentro.
Quando me calo, me condena o mundo à morte.
Sofro solidões frequentes,
Desses grilhões doloridos que me ferem a alma.
Nada na carne, nada no rosto,
Apenas a navalha no peito deste ser cativo.
Prisioneiro do seu próprio mundo
Indigesto, desconhecido,
Impuro e inconsciente.
Quando me calo, me condena o mundo à morte.
Sofro solidões frequentes,
Desses grilhões doloridos que me ferem a alma.
Nada na carne, nada no rosto,
Apenas a navalha no peito deste ser cativo.
Prisioneiro do seu próprio mundo
Indigesto, desconhecido,
Impuro e inconsciente.

A indesejada das gentes, como chama a morte o genial Bandeira é uma ideia que ganha vida em muitos aspectos da vida. Um deles você versou muito bem: calar-se.
ResponderExcluirDeixo um abraço e levo a admiração pelo talento.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirQue linda esta foto que abre o blog! Uau!
ResponderExcluirAgora deixa ler as poesias ;)
Obrigada, queridos. voltem sempre!
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