Não adianta,
Não serei alvejada ou derrubada.
Não quero guerra,
Sou vermelho-paz...
E muito mais.
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A viagem mais recente
Órfā
Chegou como um raio de sol outonal: - Cálido, luminoso, benfazejo e lindo. Entrou pela janela dos meus sonhos e Aqueceu minh'alma gela...
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Todas as vezes que tentei morrer, Não era a minha vida que eu queria tirar. Queria matar a morte que vive em mim. Que me despedaça, que me...
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Ah, como eu gostaria que seus ouvidos escutassem o que dizem os meus olhos.... Haveria tanta paz no nosso viver, haveria tanto Amor no nos...
Um suspiro precedeu esse comentário. Uma vontade inexplicável de falar com vc. Feliz em saber que não deixaste em saudade as palavras.
ResponderExcluirBeijo enorme
é isso aí!
ResponderExcluirBeijinhossssssssss
Taí... Essa eu gostei... "vermelho-paz". Sim, o vermelho pode ser totalmente pacífico. Na boca carmim da mulher amada, na pétala da rosa dos apaixonados... Taí, ou melhor, Taís uma grande verdade.
ResponderExcluirCarpe Diem. Aproveite o dia e a vida.
Em tempo: quer ver a minha entrevista na TV? Dê uma chegadinha no Antigas Ternuras.
Oi Taisinha, ver a paz nas cores vermelhas, tem que ser poesia mesmo. Bjos, querida!
ResponderExcluirP.S: To participando da blogagem coletiva falando de coisas do Brasil, lembrei de avisar vc. To falando de Belém. beijocas