Desculpe-me...
Mas minhas unhas são afiadas demais para tuas costas,
Meu vigor forte demais para tua fraqueza.
E minhas gargalhadas altas demais para os teus ouvidos.
Desculpe-me...
Se ao me deitar, suporto as pisadas,
Mas ao me levantar, derrubo todos os muros à minha volta.
Desculpe-me...
Por eu ser feliz e astuta,
Se consigo retirar as máscaras sem tocar os rostos,
Se sei utilizar a força do inimigo contra ele mesmo!
Por favor, me desculpe,
Mas minha fortaleza interior não consegue ser derrubada.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Não vá embora sem comentar,
Você alimenta estas letras.