Na Gramática da minha vida,
Tu és o meu vício de linguagem.
Minha metáfora mais correta,
Minha redundânca mais legal.
O predicado verbal perfeito
Intransitivo,
Sem necessidade de complementação.
Tu és a minha Função Poética.
Loucura
Persigo teu cheiro...
Meu instinto te busca pelos lençóis abandonados;
Nas manchas de amor esquecidas;
Nos resquícios das nossas loucuras ardentes.
Em meus sonhos, seus braços me acalentam;
Sua boca me beija
e tua língua passeia pelo meu corpo...
...Trêmulo.
Em minhas lembranças teus dedos.
A brutalidade do teu toque delicado,
Tua forma de me segurar entredentes;
De sussurrar os teus segredos em meus ouvidos...
Em mim, você.
Meu instinto te busca pelos lençóis abandonados;
Nas manchas de amor esquecidas;
Nos resquícios das nossas loucuras ardentes.
Em meus sonhos, seus braços me acalentam;
Sua boca me beija
e tua língua passeia pelo meu corpo...
...Trêmulo.
Em minhas lembranças teus dedos.
A brutalidade do teu toque delicado,
Tua forma de me segurar entredentes;
De sussurrar os teus segredos em meus ouvidos...
Em mim, você.
Questionamento
Vejo o mundo girar fosco,
Sem direção ou sentido...
Vejo um tempo parado, agonizado,
Imperfeito.
Olho os sinos enferrujados e
Tenho a sensação de sentir o vazio
Interior dos humanos.
Ódio, rancor e violência...
Meus ouvidos fugidios não esperam,
Buscam socorro para meus olhos,
Onde o não-futuro povoa nossos descaminhos.
Em nós?
Sobrou ideologia, paixão e fé?
O que há dentro do peito, senão a maldita extensão
Dos nossos bolsos?
O que há dentro do coração, senão a pérfida
Egoísta e macabra vontade de sermos sempre
Melhor que o irmão?
E de nós?
O que daremos ao mundo em troca das belezas
Que não vemos?
Da água que nos banha e sacia?
Do alimento que nos fortalece para
Fazer padecer o próximo?
O que teremos quando morrermos, senão a frase escrita
Na pedra sepulcral?
Sem direção ou sentido...
Vejo um tempo parado, agonizado,
Imperfeito.
Olho os sinos enferrujados e
Tenho a sensação de sentir o vazio
Interior dos humanos.
Ódio, rancor e violência...
Meus ouvidos fugidios não esperam,
Buscam socorro para meus olhos,
Onde o não-futuro povoa nossos descaminhos.
Em nós?
Sobrou ideologia, paixão e fé?
O que há dentro do peito, senão a maldita extensão
Dos nossos bolsos?
O que há dentro do coração, senão a pérfida
Egoísta e macabra vontade de sermos sempre
Melhor que o irmão?
E de nós?
O que daremos ao mundo em troca das belezas
Que não vemos?
Da água que nos banha e sacia?
Do alimento que nos fortalece para
Fazer padecer o próximo?
O que teremos quando morrermos, senão a frase escrita
Na pedra sepulcral?
Pedaços
Nuvens pairam sobre meus olhos
Cansados, profundos,
Que trazem cacos pontiagudos
Da existência.
Incontidas lágrimas rolam;
Ladeiras do rosto sulcado,
Marcado, moldado
Pelos minutos que passam velozes.
O tempo...
Algoz.
Cansados, profundos,
Que trazem cacos pontiagudos
Da existência.
Incontidas lágrimas rolam;
Ladeiras do rosto sulcado,
Marcado, moldado
Pelos minutos que passam velozes.
O tempo...
Algoz.
Eu
Meu coração é
Liberto de amarras materiais,
De amores terrenos e eternos,
De paixões devastadoras,
Tenho apenas alma
de mãos pequenas
E pés alados.
Sou uma criança de desejos mimados
E coração desejoso.
Sou cabocla de pele branca
Coração forte
E ferida na caminhada.
Sou esperança.
Mas meu nome é
Liberdade!
Liberto de amarras materiais,
De amores terrenos e eternos,
De paixões devastadoras,
Tenho apenas alma
de mãos pequenas
E pés alados.
Sou uma criança de desejos mimados
E coração desejoso.
Sou cabocla de pele branca
Coração forte
E ferida na caminhada.
Sou esperança.
Mas meu nome é
Liberdade!
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