Enquanto seus olhos cruzam novas estradas;
Meu coração bate apressado,
Chora,
Cruza o mundo em busca de você...
Atravessa o tortuoso caminho chamado
Saudade...
É...
E de todas as coisas que se foram,
Ficaram as tuas marcas no meu lençol.
Deixastes tuas cores em minhas retinas,
E teu perfume em minha alma...
Ficaram as tuas marcas no meu lençol.
Deixastes tuas cores em minhas retinas,
E teu perfume em minha alma...
Sapiência
Não sei fazer nada diferente.
O mundo também é repetitivo...
Tudo vai e volta, noite e dia.
O rosnar dos cães interiores silenciaram,
O alforge esvaziou,
O pedal quebrou e a vida que passava pelas duas
Rodas-Olhos,
Foi ficando para trás.
Como paisagem impressionista.
É, eu não sei fazer,
Nem ser diferente,
A - Final -
Tudo é sempre tão igual.
O mundo também é repetitivo...
Tudo vai e volta, noite e dia.
O rosnar dos cães interiores silenciaram,
O alforge esvaziou,
O pedal quebrou e a vida que passava pelas duas
Rodas-Olhos,
Foi ficando para trás.
Como paisagem impressionista.
É, eu não sei fazer,
Nem ser diferente,
A - Final -
Tudo é sempre tão igual.
Escureço
Escureço quando amanheço
Sem teus pés para sentir
O aconchego...
Escurece minha taça
De vinho tinto seco
Como seco é meu ventre
Sem tua umidade.
Escureço
quando
Amanhece
e
tuas mãos
não buscam
meu corpo
sedento dos
teus sabores...
Sem teus pés para sentir
O aconchego...
Escurece minha taça
De vinho tinto seco
Como seco é meu ventre
Sem tua umidade.
Escureço
quando
Amanhece
e
tuas mãos
não buscam
meu corpo
sedento dos
teus sabores...
Verdade
É bem verdade, meu Bem,
Que as luzes se tornam amarelas sem teu olhar,
As ruas da cidade estreitas demais para minha embriguês,
E meus tornozelos fracos demais sem teus caminhos.
É bem verdade, meu Bem,
Que as noites são escuras sem tuas gargalhadas,
Que meu corpo é triste sem teus dedos,
E eu sou nada, meu Bem, sem teu tudo que me alegra.
Que as luzes se tornam amarelas sem teu olhar,
As ruas da cidade estreitas demais para minha embriguês,
E meus tornozelos fracos demais sem teus caminhos.
É bem verdade, meu Bem,
Que as noites são escuras sem tuas gargalhadas,
Que meu corpo é triste sem teus dedos,
E eu sou nada, meu Bem, sem teu tudo que me alegra.
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