Mar
Suas vestes jogadas sobre a cadeira recordam-me os nossos pêlos em desalinho.
Meus cabelos por tuas mãos,
Minhas alegrias por tuas alegrias.
A camisa azul sem teu corpo chora,
Os sapatos largados são vazios,
As meias que ficaram se juntam às minhas para se aquecerem...
Procuro teus olhos no espelho e vejo um mar de lágrimas se estendendo por meus infinitos.
Tua ausência me impede de sorrir.
A falta de você me mata aos poucos...
Apenas te espero, meu bem,
Para me alegrar,
Para cessar meu choro.
Para me fazer feliz.
Meus cabelos por tuas mãos,
Minhas alegrias por tuas alegrias.
A camisa azul sem teu corpo chora,
Os sapatos largados são vazios,
As meias que ficaram se juntam às minhas para se aquecerem...
Procuro teus olhos no espelho e vejo um mar de lágrimas se estendendo por meus infinitos.
Tua ausência me impede de sorrir.
A falta de você me mata aos poucos...
Apenas te espero, meu bem,
Para me alegrar,
Para cessar meu choro.
Para me fazer feliz.

Eu me lembrei de um verso memorável do Chico: "E na desordem do armário embutido, meu paletó enlaça o teu vestido e o teu sapato ainda pisa no meu..."
ResponderExcluirVocê falou lindamente sobre o amor e a saudade que estão contidos em objetos prosaicos de nosso dia a dia.
Carpe Diem. aproveite o dia e a vida.
Menina, estes "pêlos em desalinho" falam de paixão das boas...Que formidáveis lembranças. Abraços.
ResponderExcluirVocê tem de mexer com nossas sensações.
ResponderExcluirsaio daqui extasiada!
beijinhossss
Que lindo Taís!!
ResponderExcluir"saudade é um pouco como fome, só mata qdo se come a presença" assim já dizia Clarice Lispector, né?!
Bjoss linda!
veja se gosta: http://testetais.blogspot.com/
ResponderExcluirBeijinhossss
"Tua ausência me impede de sorrir.
ResponderExcluirA falta de você me mata aos poucos..."
Eu poderia ter escrito isso... tão verdadeiro!