segunda-feira, 28 de maio de 2007

Tempo


Em tempos como estes,
De fuga, de luta, de pó.
De Choro, cansaço e solidão.

Em dias que não passam,
Que me cansam,
Me ultrapassam,
Me delimitam.

Em noites sem lua,
De estrelas apagadas,
De palavras e sonhos desfeitos,

Somente as tuas mãos calorosas,
Tua pele macia e teu amor
Me fazem não padecer...

Não morrer trinta vezes a cada hora.

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