quinta-feira, 24 de maio de 2007

Manhã


Abro os olhos e sinto
O frio que penetra incansável pela fresta da janela entreaberta.
O vento que há pouco embalava meus sonhos,
Corta agora a minha alma...

Pela falta de você,
Do teu corpo tão perto,
Da tua alegria tão minha,
Do teu hálito tão morno...

A manhã que soa solidão,
O tempo que não passa,
O dia que se esconde,
A noite que me amedronta...

Quando não estás.

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