Todas as vezes que tentei morrer, Não era a minha vida que eu queria tirar. Queria matar a morte que vive em mim. Que me despedaça, que me dá engulhos, Me desespera e me bate contra a parede de concreto. Existe uma dor em mim. Tão, tão grande, que não cabe no meu peito, não cabe numa caixinha de remédios, nem na caixa de sapatos. A dor de morte que vive em mim, trabalha espreitando. Quando menos espero, ela solta a magia da tristeza profunda, me joga no leito e me arranca lágrimas sem sentido. As mortes que eu, quase, morri, não eram para levar o meu corpo físico. Eu só queria que a dor de viver acabasse para eu acordar feliz. Mas a morte é traiçoeira e poupa as pessoas que têm dor. Ela não quer sofrimento no seu departamento. Se é pra morrer, diz dona morte, morra feliz….
Felicidades então hehe
ResponderExcluirBoas férias. e volta logo :)
Ate´.
ResponderExcluirOi amiga, fico feliz por você...
ResponderExcluirQuanto a mim, aff aconteceram tantas coisas por estes dias, qualquer dia te conto no msn, beijos. Aproveite.
Maria