sábado, 12 de setembro de 2015

Sinal

Os dias passam indiferentes aos meus anseios.
Sigo meu caminho solitária e feliz.
Faço sigilo sobre as minhas ignorâncias,
E espalho as coisas que sei.

Não tenho medo, não tenho rancores.
Se não há riso, também não há lágrimas.
Não me importo com as desilusões e nem com a desfaçatez das pessoas.

Em mim, 
Há júbilo,
Vitórias,
Púlpitos e 
Palavras sinceras.

Grito a alegria, 
Separo-me da dor,
Curo os meus pés cansados e
Sigo.

Não ligo para o tempo que voa,
Nem para o temporal.
A poesia mora em mim,
A vida continua e eu estou bem viva.

Inverdades não me afetam,
Essa é a minha felicidade.
A tristeza que me desejam,
Chega como bênção, saúde e alegria.

Esse é o sinal.
Ponto final.

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