segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Nada melhor que a liberdade.
Escrever sem ler,
Ler sem olhar.
Estar sem estar, sem querer, sem pestanejar.

Hoje eu me sinto diferente, as amarras se soltaram,
Não há grilhões de uma Casa a me prenderem.
Nem o fantasma de uma feiticeira.

Não há rastros,
Nem simplicidades luxuosas.

Há aqui, de novo,
Um eu.
Lírico, verdadeiro, poético, fatídico,
Intimista, louco, insensato.

Aliás...
Sou insensata sim, e daí?

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