segunda-feira, 7 de março de 2016

Ida

Ele tinha o mundo, 
Mas preferiu vagar pelas ruas da cidade preferida da mulher que ele amava.
Às margens daquele Rio, reviu fotografias.
E por mais que ele não quisesse, ela estava viva dentro dele. 
Em cada pão, em toda taça de vinho.
Cada rua tinha um pouco dela.
Cada obra de arte, a voz e o sorriso.
Cada bicicleta fazia com que ela revivesse.
E ele sabia que só ela o tornava um homem menos sombrio.

Por isso buscou aquelas luzes, os aromas, os pintores. 
Todos os prediletos dela...

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