terça-feira, 9 de julho de 2013

Esperança perdida

Foi uma despedida alegre,
Sonhos e abraços marcaram o rosto,
Esperanças suspiraram no coração e
A faísca da vida acendeu-se no peito.

Não houve reencontro.

Os sorrisos murcharam feito pétalas ao sol,
A esperança desaguou ladeira abaixo,
Fugiram os sonhos e as alegrias,
Cessaram os suspiros.

Sobraram os túneis de lençóis gelados,
Onde o corpo se encolhe pesado e sem vida.
Ficaram os retratos virados para a parede
E as verdades não ditas engasgadas na garganta.

O amor e o sorriso se esfacelaram sob os dias modorrentos
Que amaldiçoados se seguiram por horas intermináveis...

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