Segunda-feira, Junho 22, 2009

Adeus

Houve um tempo em que eu acreditava em seus olhos;
Em tuas palavras,
Em tuas alegrias,
Em tuas mentiras,
Em tuas verdades.

Houve um tempo em que sonhei teus sonhos;
Sorri teus risos,
Chorei tuas lágrimas,
Preocupei-me com teus problemas,
Amanheci tuas madrugadas.

Há um novo tempo agora.
Onde não existem mais lágrimas,
Nem dias de solidão a dois,
Nem o esperar sem razão,
Nem o desacreditar de palavras.

3 comentários:

Julio Cesar Corrêa disse...

Eu não sei o que vai acontecer na minha vida daqui por diante. Mas uma coisa que não queria mais no tempo que me resta é experimentar de novo a tal solidão a dois. Nevermore.
Mas por que estou falando de solidão? Talvez seja para rimar com o que eu vou dizer. E vou dizer: esse teu poema é mucho bão.
bj e ot resto de semana

Anônimo disse...

A-d-o-r-ei, Amiga! Belíssimo poema.

Aproveito oportunidade para te agradecer pela magnífica colaboração no festival. Valeu!

Uma beijoca fraterna, extensiva à família.

Anônimo disse...

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batista filho