Terça-feira, Fevereiro 27, 2007

Mudando de assunto

Meu amigo jornalista Val André Mutran, paraense de Marabá, super competente, deu a notícia em seu blog - Pelos Corredores do Planalto - e ninguém deu atenção.
Reproduzo a notícia, e apelo àqueles que não entenderam que definitivamente compreendam e façam alguma coisa para mudar esta m... de país.

O governo está servindo para quê?

O senhor Presidente da República - que pode ser visto no clube naval de Brasília tomando cachaça - deve estar rico, e seu filho Lulinha mais ainda.
Leia abaixo:

Jornalistas correndo atrás do "furo" - Por: Val André Mutran -

Ainda não chegou com força, mas chegará: corre um papo que o verdaeiro comprador da cesta de fazendas do pecuarista Benedito Mutran, no sul do Pará, não teria sido o Banco Opportunity de Daniel Dantas, sim o filho do Presidente da República, o famoso Lulinha.

Tentei falar com Bené que é meu parente. Não consegui. Os mais qualificados repórteres de Brasília já sabem da história e a coisa começa a crescer por aqui.

O grupo de "Lulinha" comprou várias outras fazendas e planejaria a construção de um megafrigorífico para abater 500 mil cabeças de gado por ano. Detalhe: a turma não compraria uma rez sequer pois, todas as fazendas adquiridas foram na modalidade porteira fechada.

O rebanho da turminha já seria de 150 mil cabeças engordando no espetacular pasto sulparaense.

Duda Mendonça não veio pra posse aqui em Brasília para poder descançar e conferir algumas novas novilhinhas e bezerrinhos que teriam nascidos em profusão na virada de janeiro pra fevereiro em suas fazendas, onde? Adivinhou. No Sul do Pará, claro.

A tropa de investigadores já foi despachada daqui pra confirmar os rumores.

fonte: blogdovalandre.blogspot.com

Quer saber mais?

é só buscar os registros em cartórios. `Ou quem sabe, falar com o Bené?

Onde vai parar a república Bagunçativa do Brasil, hein?

Segunda-feira, Fevereiro 26, 2007

Silêncio

É tua vez, meu bem...

De calar a boca e morder-me as orelhas.

Lamber-me os lábios,

Enlouquecer-me os sentidos.

Recomeça,

De novo, outra vez, mais uma.

Este teu silêncio nos meus ouvidos

É tudo o que quero...

Sexta-feira, Fevereiro 23, 2007

Olhos

As palavras faltam para a minha boca,

Escorrem pelos meus dedos,

E me fazem engasgar.

Será pela ausência dos teus olhos?

Quinta-feira, Fevereiro 22, 2007

E a Carne Nada VALe!

Acabou o carnaval, meu bem.
Sopra o sopro;

Rebola, meu bem...

É Agora que começa a vida.

Cuspa!

Sexta-feira, Fevereiro 16, 2007

Ciência

Eu soube,
Sei...

Vejo as portas abertas pelos caminhos escuros,
Pelos Flóreos,
Róseos,
Imundos.

Tudo se abre,
Experiência...

Menos a boca da vida
Que me sorri
Com dentes careados.

Quinta-feira, Fevereiro 15, 2007

Shiii

Tem fôlego, meu bem?

Assopra!

Quarta-feira, Fevereiro 14, 2007

Vio lento

Não, meu amigo,
Não é lento.
É rápido, certeiro e trágico
O soco no estômago.

É a via -
De mão única.

Morreu?

Acabou!

Tende Piedade, Senhor,
Desse vício, desse mundo,
Da Violência sem tamanho.

Terça-feira, Fevereiro 13, 2007

Calo

Os silêncios de minhas próprias ignorâncias,
Não tenho medo, não tenho tempo.
Não há solidão, nem desfaçatez.

Há o púlpito,
O júbilo,
A palavra.

Calo...

Sinto dores nos pés...

E só.

Sábado, Fevereiro 10, 2007

Soluço

Choro a tua ausência,
Meu corpo treme, me desfaço por inteira...

Choro as lágrimas vazias de risadas tuas,
Do tempo que teima em ir embora levando você.

Choro e soluço as nossas partidas.
O canto que fica de canto quando
a cor cinza se instala na minha vida.

Soluço meu bem, a falta,

A falta de tempo de ter medo.

Quarta-feira, Fevereiro 07, 2007

Bom dia

No instante em que meus olhos se abrem,
Abre também meu sorriso.
Teu corpo adormecido,
Teu cheiro pelo ambiente íntimo de nós dois.
Minha respiração é tua presença ao meu lado...

Quando teus olhos me olham,
Inicia o meu viver...

É teu bom-dia,
Anunciando minha Alegria.

É teu beijo me despertando para a vida.

Quinta-feira, Fevereiro 01, 2007

Tudo

Teus toques demorados pelos meus poros,
A língua que passeia por tudo o que sou.
São a tuas palavras doces,
Tua rouca voz.
Que me fazem sorrir.

Alguns segundos me afastam do teu calor.

O tempo...

O vento trará
Tuas verdades para os meus lençóis.
Assim,
Meu amor será derramado em tua pele,
Em tua boca...

Mais alguns instantes, meu bem,

e

Nada mais separará a minha carne do teu gozo.