Meu amigo jornalista Val André Mutran, paraense de Marabá, super competente, deu a notícia em seu blog - Pelos Corredores do Planalto - e ninguém deu atenção.
Reproduzo a notícia, e apelo àqueles que não entenderam que definitivamente compreendam e façam alguma coisa para mudar esta m... de país.
O governo está servindo para quê?
O senhor Presidente da República - que pode ser visto no clube naval de Brasília tomando cachaça - deve estar rico, e seu filho Lulinha mais ainda.
Leia abaixo:
Jornalistas correndo atrás do "furo" - Por: Val André Mutran -
Ainda não chegou com força, mas chegará: corre um papo que o verdaeiro comprador da cesta de fazendas do pecuarista Benedito Mutran, no sul do Pará, não teria sido o Banco Opportunity de Daniel Dantas, sim o filho do Presidente da República, o famoso Lulinha.
Tentei falar com Bené que é meu parente. Não consegui. Os mais qualificados repórteres de Brasília já sabem da história e a coisa começa a crescer por aqui.
O grupo de "Lulinha" comprou várias outras fazendas e planejaria a construção de um megafrigorífico para abater 500 mil cabeças de gado por ano. Detalhe: a turma não compraria uma rez sequer pois, todas as fazendas adquiridas foram na modalidade porteira fechada.
O rebanho da turminha já seria de 150 mil cabeças engordando no espetacular pasto sulparaense.
Duda Mendonça não veio pra posse aqui em Brasília para poder descançar e conferir algumas novas novilhinhas e bezerrinhos que teriam nascidos em profusão na virada de janeiro pra fevereiro em suas fazendas, onde? Adivinhou. No Sul do Pará, claro.
A tropa de investigadores já foi despachada daqui pra confirmar os rumores.
fonte: blogdovalandre.blogspot.com
Quer saber mais?
é só buscar os registros em cartórios. `Ou quem sabe, falar com o Bené?
Onde vai parar a república Bagunçativa do Brasil, hein?
Terça-feira, Fevereiro 27, 2007
Segunda-feira, Fevereiro 26, 2007
Silêncio
É tua vez, meu bem...
De calar a boca e morder-me as orelhas.
Lamber-me os lábios,
Enlouquecer-me os sentidos.
Recomeça,
De novo, outra vez, mais uma.
Este teu silêncio nos meus ouvidos
É tudo o que quero...
De calar a boca e morder-me as orelhas.
Lamber-me os lábios,
Enlouquecer-me os sentidos.
Recomeça,
De novo, outra vez, mais uma.
Este teu silêncio nos meus ouvidos
É tudo o que quero...
Sexta-feira, Fevereiro 23, 2007
Olhos
As palavras faltam para a minha boca,
Escorrem pelos meus dedos,
E me fazem engasgar.
Será pela ausência dos teus olhos?
Escorrem pelos meus dedos,
E me fazem engasgar.
Será pela ausência dos teus olhos?
Quinta-feira, Fevereiro 22, 2007
E a Carne Nada VALe!
Acabou o carnaval, meu bem.
Sopra o sopro;
Rebola, meu bem...
É Agora que começa a vida.
Cuspa!
Sopra o sopro;
Rebola, meu bem...
É Agora que começa a vida.
Cuspa!
Sexta-feira, Fevereiro 16, 2007
Ciência
Eu soube,
Sei...
Vejo as portas abertas pelos caminhos escuros,
Pelos Flóreos,
Róseos,
Imundos.
Tudo se abre,
Experiência...
Menos a boca da vida
Que me sorri
Com dentes careados.
Sei...
Vejo as portas abertas pelos caminhos escuros,
Pelos Flóreos,
Róseos,
Imundos.
Tudo se abre,
Experiência...
Menos a boca da vida
Que me sorri
Com dentes careados.
Quinta-feira, Fevereiro 15, 2007
Quarta-feira, Fevereiro 14, 2007
Vio lento
Não, meu amigo,
Não é lento.
É rápido, certeiro e trágico
O soco no estômago.
É a via -
De mão única.
Morreu?
Acabou!
Tende Piedade, Senhor,
Desse vício, desse mundo,
Da Violência sem tamanho.
Não é lento.
É rápido, certeiro e trágico
O soco no estômago.
É a via -
De mão única.
Morreu?
Acabou!
Tende Piedade, Senhor,
Desse vício, desse mundo,
Da Violência sem tamanho.
Terça-feira, Fevereiro 13, 2007
Calo
Os silêncios de minhas próprias ignorâncias,
Não tenho medo, não tenho tempo.
Não há solidão, nem desfaçatez.
Há o púlpito,
O júbilo,
A palavra.
Calo...
Sinto dores nos pés...
E só.
Não tenho medo, não tenho tempo.
Não há solidão, nem desfaçatez.
Há o púlpito,
O júbilo,
A palavra.
Calo...
Sinto dores nos pés...
E só.
Sábado, Fevereiro 10, 2007
Soluço
Choro a tua ausência,
Meu corpo treme, me desfaço por inteira...
Choro as lágrimas vazias de risadas tuas,
Do tempo que teima em ir embora levando você.
Choro e soluço as nossas partidas.
O canto que fica de canto quando
a cor cinza se instala na minha vida.
Soluço meu bem, a falta,
A falta de tempo de ter medo.
Meu corpo treme, me desfaço por inteira...
Choro as lágrimas vazias de risadas tuas,
Do tempo que teima em ir embora levando você.
Choro e soluço as nossas partidas.
O canto que fica de canto quando
a cor cinza se instala na minha vida.
Soluço meu bem, a falta,
A falta de tempo de ter medo.
Quarta-feira, Fevereiro 07, 2007
Bom dia
No instante em que meus olhos se abrem,
Abre também meu sorriso.
Teu corpo adormecido,
Teu cheiro pelo ambiente íntimo de nós dois.
Minha respiração é tua presença ao meu lado...
Quando teus olhos me olham,
Inicia o meu viver...
É teu bom-dia,
Anunciando minha Alegria.
É teu beijo me despertando para a vida.
Abre também meu sorriso.
Teu corpo adormecido,
Teu cheiro pelo ambiente íntimo de nós dois.
Minha respiração é tua presença ao meu lado...
Quando teus olhos me olham,
Inicia o meu viver...
É teu bom-dia,
Anunciando minha Alegria.
É teu beijo me despertando para a vida.
Quinta-feira, Fevereiro 01, 2007
Tudo
Teus toques demorados pelos meus poros,
A língua que passeia por tudo o que sou.
São a tuas palavras doces,
Tua rouca voz.
Que me fazem sorrir.
Alguns segundos me afastam do teu calor.
O tempo...
O vento trará
Tuas verdades para os meus lençóis.
Assim,
Meu amor será derramado em tua pele,
Em tua boca...
Mais alguns instantes, meu bem,
e
Nada mais separará a minha carne do teu gozo.
A língua que passeia por tudo o que sou.
São a tuas palavras doces,
Tua rouca voz.
Que me fazem sorrir.
Alguns segundos me afastam do teu calor.
O tempo...
O vento trará
Tuas verdades para os meus lençóis.
Assim,
Meu amor será derramado em tua pele,
Em tua boca...
Mais alguns instantes, meu bem,
e
Nada mais separará a minha carne do teu gozo.
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