quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Silêncio

Sem palavras, meu amor, sem palavras.

Hoje meu mundo está sem janelas,
Minha noite amarela,
E a minha tristeza é infinita...

Sem frases feitas, meu amor,
E sem olhares,
Hoje tenho uma arma branca cravada no peito.

Sou a mudez dos dias cinzas
E a amargura do mar revolto.

Por isso, não sou, nem tenho palavras.

A viagem mais recente

algumas notas