quinta-feira, 26 de julho de 2007

Nada

Do nada apareceu você,
Sorriso que brotou entre as pedras do meu peito,
Alegria que aqueceu o gélido deserto do meu coração.

No nada surgiu você,
Semeando esperanças no infértil campo da minha vida,
Regando as tristezas e transformando-as em felicidade.

Do nada acendeu um brilho em mim.
Os olhares dantes perdidos, hoje se encontram com os teus,
As meninas dos meus olhos brincam com as tuas.

E eu te amo, amo, amo...
Como nada neste mundo fora amado antes.

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