segunda-feira, 16 de julho de 2007

Meu ser

Meus momentos de irracionalidade não me são fiéis,
Tenho o medo dos bêbados, o desespero dos afogados.
Acarência dos seresteiros e a dança das ciganas.

Minha poesia, minha fala e meu corpo cantam,
Como as sereias, que simplesmente cantam,
incendeiam.

Por isso necessito de tanta energia...
Tanto café...

Acho que me nutro da paixão,
Dos versos não feitos,
Das horas que irão passar.

Depois, ao acordar de um extase,
Me vejo só.
Em um mundo meu, só meu...

De luzes foscas e luscos-fuscos passageiros.

A viagem mais recente

O tempo....