domingo, 8 de julho de 2007

Mar

Suas vestes jogadas sobre a cadeira recordam-me os nossos pêlos em desalinho.
Meus cabelos por tuas mãos,
Minhas alegrias por tuas alegrias.

A camisa azul sem teu corpo chora,
Os sapatos largados são vazios,
As meias que ficaram se juntam às minhas para se aquecerem...

Procuro teus olhos no espelho e vejo um mar de lágrimas se estendendo por meus infinitos.
Tua ausência me impede de sorrir.
A falta de você me mata aos poucos...

Apenas te espero, meu bem,
Para me alegrar,
Para cessar meu choro.

Para me fazer feliz.

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