quarta-feira, 6 de junho de 2007

Lágrimas


Singro mares de sangue escorrido a cada palavra.
Soluço dores que não sonho,
Perco sonhos que não doem.

Impeço meu peito de respirar
Para que cada noite sem teus braços
Seja apenas a divisão entre os dias.

Carrego a cruz nas costas,
E a chaga desse amor-saudade me fere
Os pés e me inunda os olhos...

E eu choro.

Lavo meus pesadelos.

Em silêncio ruidoso,
Aos berros silenciosos,

Com Lágrimas...

A viagem mais recente

O tempo....