sexta-feira, 15 de dezembro de 2006


Recolho-me aos desvãos do meu ser liberto,

Ligo o rádio e a canção não me fala mais sobre você.

Lágrimas se transformam em adubo para antigas saudades

Guardadas nas caixas-arquivo do coração.

Meu corpo cansado da dura caminhada acena para nosso passado,

Dança solitário e feliz,

Sem desejos, nem promessas.


Desatei as correntes aprisionadoras da minha alma,

As flores voltam a brotar das minhas mãos,

A exalar os perfumes de mim, do que sou...


Do que nunca deixarei de ser.

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Plágio