domingo, 19 de novembro de 2006

Diálogo entre mim e eu

- eu sei que amo,
- sim, você ama,
- não sei viver sem a breguice de um amor apaixonado,
- nem sem praias e cervejas divididas dia-a-dia.
- não consigo viver sem o toque,
- eu odeio isso!
- nem sem a beleza do pensar juntos, do compartilhar,
- de odiar, de beijar e amar de novo.
- é... você é brega.
- eu gosto disso.

sexta-feira, 17 de novembro de 2006

É que tenho sonhos e medos,
Tenho dedos dos pés longos demais para calçados apertados,
Então me folgo, me espalho.

É que tenho mais medos do que sonhos,
E mãos pequenas demais para amarrar os cordões de uma ausência,
Então eu choro, choro, choro....

Sou menina demais para entender...
Por favor, um salvamento, uma condução...!!!

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Não há boas maneiras,
Nem sonhos.
Há somente uma dor que me dilacera os olhos
Com as coisas que leio, que sinto, que vejo.
Exitem somente as entradas compradas para o cinema trash onde
Enxergo a película de toda a tristeza que se abate sobre mim...

É... eu continuo sem você.

domingo, 12 de novembro de 2006

Sem cinzas e sem alma.
Sem delícias e sem partidas.
Lambo as feridas causadas pela
Ausência das tuas lambidas.

Hoje tem coração sangrando...

Me busca.?!

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

O Rio de Janeiro continua...
Mas hoje se encontra cinza, chuvoso e frio.
Rio de tempos deixados e esquecidos,
Diferente apenas por causa dos olhos hoje sorridentes e sinceros.

Sentada em um hotel de Copa,
Meus dedos teclam coisas sem sentido em um teclado sem acentos,
Ou sou eu a estar sem assentos... ???

Percorro os descaminhos de mim,
Busco palavras soltas para compor
Os contos risonhos dessa minha vida sem pontos,
Sem colos, com prantos...

Triste beleza dessa incerteza de estar sem teus dedos,
Sem teus beijos, teu sexo,
Tudo de ti.

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Palavras

Digo que sim, que sou, que não.
Digo adeus, good bye, adieu.
Não sei, mas temo viver em um mar de palavras perdidas,
E eu, barco sem rumo, navego por elas...
Sem prumo, sem gume, sem lume...

Digo que não ligo,
Que tudo bem,
Mas não consigo viver sem você,
Que me encanta, me espanta, me acalanta...

Fecho o livro,
Abro as garrafas de um vinho barato qualquer.
Mas sem você, que é meu colo quente, nada tem graça,
Nem razão...
Nem tesão.

É ...
Sou isso,
Emoção.

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Nada melhor que a liberdade.
Escrever sem ler,
Ler sem olhar.
Estar sem estar, sem querer, sem pestanejar.

Hoje eu me sinto diferente, as amarras se soltaram,
Não há grilhões de uma Casa a me prenderem.
Nem o fantasma de uma feiticeira.

Não há rastros,
Nem simplicidades luxuosas.

Há aqui, de novo,
Um eu.
Lírico, verdadeiro, poético, fatídico,
Intimista, louco, insensato.

Aliás...
Sou insensata sim, e daí?

Todos os Sem títulos

Tudo o que escrevo não possui título.
Deixo para quem quiser fazê-lo por mim...

Hoje foi dia de sentir falta. E não ligo se sinto falta.
Apenas sinto... simples assim.

Há aqui no peito um sem-número de questionamentos,
Uma infinidades de respostas sem perguntas.
Um quê sei lá como que me deixa sem entender...

Há hoje, em mim, uma nódoa,
Desejos de divórcio de mim mesma.
Uma forma de não viver,
Uma negação do que sou.

E vou vivendo,
todos os dias como se fossem os últimos....

esta é minha vida.
Este é o início deste blog que não sei como será.

bem vindos

A viagem mais recente

Plágio